Blog da disciplina Mídia, Infância e Educação, do Curso de Pedagogia da Unisul, semestre 2011-1. Neste espaço as alunas e a professora da disciplina irão compartilhar suas experiências na trajetória do desenvolvimento de uma pesquisa acerca do uso e significado das mídias para as crianças. Descobertas, reflexões, dúvidas, dificuldades, etc, serão compartilhadas aqui. Seja bem-vindo!
Professora orientadora: MSc. Daniela Erani Monteiro Will.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
O que é infantil nos programas infantis?
Ao longo da história a televisão reservou distintos lugares para as crianças, a infância foi sendo descoberta como um público extremamente fiel e exigente. Nos anos 50, foi quando a criança deixou de ser apenas espectadora e passou a ser também protagonista dos programas exibidos. Mas é a partir dos anos 80 que surge um novo conceito de programa infantil, rompendo com a concepção pautada em histórias da literatura ou em apresentações artísticas e voltando-se a animações e as gincanas.
Transformada em imagem, a criança assume um novo status, com significativos desdobramentos na ordem familiar, ela começa a ser reconhecida como consumidora, a parece nos apelos de marketing. As apresentadoras dos programas, começam a criar um '' mercado consumidor'', que vai desde bonecas e estampas em vestuários e até aparelhos eletrónicos.
A autora ainda destaca que parece uma utopia pensar uma programação infantil que inclua efetivamente as crianças em seu processo de produção, pois os programas infantis são feitos por adultos, ou seja, eles fazem aquilo que eles acham que é bom para a criança.
Sendo assim, deve-se pensar em programas infantis que considere a perspectiva infantil, não só deixar os adultos pensar o que é melhor para si mesmo, mais construir uma programação que as crianças gostem de assistir.
Referência
PEREIRA, Marisa Ribes. O que é infantil nos programas infantis?
quarta-feira, 8 de junho de 2011
No texto Mocinhas estranhas e Monstros normais nos filmes da Disney
- As histórias infantis, os relacionamentos amorosos, sempre tem um final feliz.
- As mulheres sempre tão frágeis e os homens fortes
- As mulheres são fofoqueiras
- No filme a Bela e a Fera, o fato de Bela godtar de ler incomodava todas as personagens , pois esta não era uma atividade aconselhável para uma garota.
Neste exemplo citado acima fica evidente que os filmes infantins são instrumentos que auxiliam na construção de pensamentos e conceito, e o modo como deve-se comportar o individuo na sociedade.
Outro fator relevante nos filmes é que existe sempre, o bem e o mau, o herói ou a heroina, o vilão e a vilã e o puro ou impuro.
"Essas dicotomia são apresentadas das mais diferentes formas através de recursos gráficos, textuais, sonoros e musicais que envolvem o personagem".
Segundo a autora um conjunto de procedimentos, técnicos, gráficos, discursivos opera de maneira pedagógica para ensinar formas de condutas relacionadas à heterossexualidade como sexualidade normativa.
Mas por outro lado penso que as produtoras de filmes infantis(ou familiares) estão modificando suas linhas de pensamento, passando a criar filmes que relatam nossa realidade, exemplos: No filme o galinho Tchiken Little os animais tem personalidades diferênciadas, dentre eles tem um porquinho que é homossexual, em SHERK a beleza do princípe sai fora dos padrões imposto pela sociedade e Fiona que opta por virar ogro e dispensa sua belesa de princesa, em meu malvado favorito o vilão se transforma no herói.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Segunda aula sobre Cinema e Educação
Após a entrevista assistimos ao filme Pequenas Histórias, dirigido por Helvécio Ratton, que apresenta uma proposta de narrativa para toda a família e não apenas para crianças. O filme, entre outras coisas, resgata a tradição da história oral.
Após assistirmos ao filme, fizemos uma análise do mesmo, de sua gramática e linguagem.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
SUJEITO PADRÃO(Comentário do texto Mocinhas estranhas e monstros normais nos filmes da Disney, de Ruth Sabat
A propagação desse modelo através da mídia formam modelo padrão que é reproduzido por diversas pessoas em diversas regiões e diferentes culturas no mundo.
